Azul e Branco

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Antevisão FC Porto - União da Madeira: Rodar o plantel em busca de mais uma vitória

O FC Porto recebe amanhã às 20h15 a equipa do União da Madeira em jogo a contar para a 2ª jornada do Grupo D da Taça da Liga. Será um embate entre dois conjuntos que saíram vitoriosos da 1ª jornada, pelo que caso os azuis e brancos vençam a partida de amanhã, o primeiro lugar ficará perto de ser alcançado. Os madeirenses estão a realizar um bom campeonato na 2ª Liga, onde poderão até intrometer-se na luta pela subida, pelo que, à imagem dos dragões, não encaram a Taça da Liga como uma competição prioritária. 



No entanto, ninguém gosta de perder, nem mesmo a feijões, o que significa que os jogadores escolhidos por Lopetegui terão de suar para conseguir o resultado que ambicionam. Em termos históricos, contam-se por vitórias dos azuis e brancos todas as 6 recepções aos insulares, o que não deixa de ser um bom prenúncio.

Lopetegui, como seria de esperar e demonstrando partilhar a visão da gerência deste estaminé quanto à importância a dar à Taça da Liga, promoveu várias alterações na convocatória, sendo que as mais relevantes se prendem com as chamadas de Ivo Rodrigues e Gonçalo Paciência. Penso que à imagem daquilo que sucedeu no jogo com o Rio Ave, é fundamental voltar a dar minutos aos jogadores menos utilizados e permitir que atletas como Adrian Lopez, Quintero e Ruben Neves ganhem confiança e rodagem para os difíceis embates que se avizinham.


Não será fácil acertar no 11 inicial que o treinador espanhol vai fazer entrar em campo, mas acredito que não andará muito longe do seguinte, sendo que preferia que jogassem Ivo Rodrigues e Gonçalo Paciência nos lugares de Quaresma e Jackson.

Helton, Ricardo, Reyes, Marcano, Jose Angel, Ruben Neves, Evandro, Quintero, Quaresma, Jackson e Adrian.



Notas soltas: e como não há duas sem três, Cristiano Ronaldo venceu hoje a terceira bola de ouro da sua carreira. Um prémio justíssimo, numa escolha óbvia e fácil. Seria impensável atribuir o prémio relativamente ao ano de 2014 a Messi, uma vez que o Barcelona teve uma época para esquecer e porque o argentino não esteve ao nível (estratosférico, diga-se) a que já habituou os adeptos do futebol. Quanto a Neuer, é verdade que fez uma grande época, que culminou com a conquista do campeonato do mundo. No entanto, e apesar do valor inegável do alemão, penso que a selecção germânica valia e vale essencialmente pelo colectivo, o que dificulta a escolha de jogadores alemães para o prémio de melhor do mundo. De qualquer forma, não nos podemos esquecer da tareia que Neuer e o seu Bayern de Munique levaram nas meias finais da Liga dos Campeões às mãos do Real Madrid de... Cristiano Ronaldo.


Quanto a Cristiano Ronaldo, penso que os seus números falam por si. E eu, como fã incondicional do português, só posso estar contente com a sua vitória. É que em termos desportivos, e depois de muito tempo a festejar títulos do FC Porto todos os anos, as suas conquistas foram as únicas que festejei em 2014. Estou mesmo bem habituado, portanto.







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